Missão BH ( Praça Sete )

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Em conformidade com a missão BH (Pampulha), e também  cumprindo-se o que profetizamos sobre ministrarmos uma palavra no aniversário de 120 anos de Belo Horizonte ( comemorado no dia 8 de dezembro ), dita na missão BH (Parque Municipal), fomos chamados a este novo trabalho, agora em um dos pontos mais conhecidos da cidade, e marco central da capital mineira, a praça SETE.

Gostaríamos de ressaltar e deixar claro a importância desta missão, o objetivo,  e o porque desta ministração e troca de altar neste tão famoso local.

Conforme demonstrado nas missões anteriores, o ponto central da linha que divide BH ao meio, de norte ao sul, do alto ao baixo, passando por pontos e marcos maçônicos, desde a praça Israel Pinheiro até a igreja de São Francisco de Assis na Pampulha, encontra-se a praça Sete de Setembro com o famoso obelisco,  principal marco maçônico da capital mineira ( Belo Horizonte ), que desde o seu início, planejada pela comissão de seus construtores, foi criado com esta intensão, de deixar marcada e evidenciada, o positivismo, o iluminismo e a nova ordem mundial tão defendido pela maçonaria.

Como já vimos, Belo Horizonte possui vários marcos maçônicos, mas a própria praça SETE em sua totalidade, é um marco nítido destas doutrinas, destas intensões malignas de marcação de território, domínio e poder. Primeiro, porque vista do alto,  nota-se um  círculo de oito raios com um ponto no meio, símbolo característico muito utilizado por religiões e ceitas satânicas e encontrado em vários outros locais pelo mundo, como por exemplo na praça de São Pedro no Vaticano.

Outro aspecto dentro da própria arquitetura do local, são os prédios triangulares e com símbolos maçônicos, que ajudam a complementar e comprovar toda esta estrutura.

Podemos destacar dois destes prédios, sendo um deles, o ex-banco da lavoura de Minas gerais, que possui em sua fachada duas serpentes com o barrete maçônico logo acima das mesmas, e o outro, o prédio governamental do atual posto UAI, que possui as duas colunas Jaquim e Boaz muito usadas em lojas maçônicas e citadas na bíblia em 1 reis 7:21.

Ambos os prédios, ficam próximos ao quarteirão fechado da rua Carijós, que possui desde a sua fundação o passeio formado por  um mosaico de pedras portuguesas, também fazendo alusão ao chão maçônico, quadriculado em preto e branco, encontrado em várias lojas e antigas igrejas espalhadas pelo mundo.

E todos este prédios, que são tombados pelo patrimônio histórico público de Belo Horizonte, e portanto, por lei nunca poderiam ser demolidos,  apontam  para o ponto central, onde encontra-se o obelisco, símbolo fálico, e talvez notoriamente o maior símbolo da maçonaria, cujo seu topo, sempre é visto no formato de uma pirâmide.

Os mesmos são  sempre encontrados em locais estratégicos, em importantes capitais pelo mundo todo, como por exemplo, em Buenos Aires, Washington, Paris, Vaticano, e outras inúmeras cidades importantes como São Paulo, Rio de Janeiro e a própria Belo Horizonte.

Praticamente, devido a toda esta estrutura formada, a praça SETE torna-se  um templo maçônico, onde pouquíssimas pessoas tem o discernimento de tal fato conclusivo.

Sem dúvida, o obelisco este símbolo fálico representa a deusa Aserá, postes ídolos, altares levantados a baal, que Israel induzido por estas religiões e falsos deuses da humanidade, pelo próprio satanás, permitiram suas construções. E Israel foi contaminado por estas doutrinas e crenças, e não diferente, o Brasil está cheio destas estruturas espalhadas em todo seu território.

Por sí só, conhecido todos os fatos, a qualquer data, esta estrutura na praça Sete já se faria necessário uma atuação espiritual para exaltar ali o nome do SENHOR. Para que no mínimo fosse feito uma oração com entendimento, uma ministração específica, algo talvez nunca realizado antes em Belo Horizonte.

E da nossa parte, daqueles que são chamados pelo nome do SENHOR, nós entendemos que o momento havia chegado, principalmente devido ao dia da comemoração dos 120 anos da cidade, uma data bíblica importantíssima,  e que neste marco central seria necessário um louvor ao SENHOR, com uma ministração, proclamando ali a troca de altar.

Mas também temos que ressaltar, para entendimento, que existiam outras motivações  de igual importância que nos ajudou a testificar e nos deixar aptos a realizar esta missão neste local.

A praça SETE desde a sua construção sempre foi palco de negociações ilícitas, sempre houve um espírito de comércio escuso como negociações de pedras preciosas extraídas ilegalmente do nosso estado, ou mesmo roubadas, vendas de armas utilizadas em assassinatos, comércio de drogas e produtos diversos furtados, como jóias, eletrônicos, etc. Verdadeiramente um mercado satânico implantado ali, que é característico do inimigo, como citado no livro Ezequiel 28 sobre o rei de Tiro, muito relacionado a mamon e a satanás.

Outro fator, seria a questão de manifestações de cunho político-social, muitas das vezes revoltosas e violentas, onde várias ocorreram desde o início da cidade de Belo Horizonte, seja elas em comemoração da vitória de algum político, ou partido, ou derrota de outros. Ou seja, manifestações de poder de uma forma geral.

Além disto, foi palco de manifestações de questões de ideologia de gênero, homossexualismo, idolatrias e heresias em geral, palco de brigas e combates devido a idolatria ao futebol, e recentemente voltou a ser noticiada como a apoteose do carnaval da cidade. Uma situação terrível de pecado e domínio de satanás, totalmente contrária ao agrado do SENHOR.

Mas com respeito a ação, daqueles que se chama pelo nome do Senhor na praça SETE, não poderíamos deixar de destacar,  por ser um local de alto fluxo de pessoas, sempre houve ali nesta praça, verdadeiros ministros do Senhor, pregadores de rua, homens que proclamam o  evangelho simples e objetivo, que sozinhos, gritando em voz alta, não contando com nenhum recurso eletrônico, sempre levaram uma palavra de conforto, profética e abençoada, uma palavra de salvação de Jesus para aqueles que transitavam no local. E chegou ao nosso conhecimento, um destes, que praticamente diariamente, há mais de vinte anos proclama a palavra do Senhor nesta praça. E ficamos admirados.

Também foi do nosso conhecimento, que várias igrejas evangélicas e até mesmo o ministério de missões JOCUM, já fizeram trabalhos de evangelismo importantes neste local. Mas a grande maioria destas igrejas, até mesmos destes profetas levantados,  não tinham o conhecimento de toda a dimensão do aspecto espiritual das obras ali feitas, de todo o simbolismo oculto que fora implantado ali.

Por isso a palavra de Deus é muito clara em Jeremias 33:3 “Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes.”

Como as pessoas NÃO invocavam ao SENHOR no sentido de entendimento espiritual da batalha, elas também não descobriam aquilo que estava oculto e que era realmente muito grande. E portanto, vemos que o SENHOR realmente tem nos chamado para este propósito, para termos este entendimento, para sermos úteis e eficazes nesta batalha.

Fazendo-se descobrir estas coisas que estavam ocultas, revelando-as e combatendo-as no poder do nome de Yeshua. Vimos que é uma estratégia importantíssima nestes últimos dias de evangelismo, porque depois de feitas estas ações, o mundo espiritual muda, se transforma, se abre para a pregação do evangelho.

E novamente o SENHOR nos surpreendeu, pois nos foi dada uma oportunidade de participarmos de um evento que estava sendo realizado ali em comemoração a este aniversário de Belo Horizonte, onde a 4 dias, sem interrupções, a bíblia foi lida de capa a capa neste quarteirão fechado, e este fato já ocorria pelo terceiro ano consecutivo em comemoração a semana da leitura da bíblia, promovida pela sociedade bíblica do Brasil, e nos foi permitido encerrar o evento, a qual louvamos ao SENHOR, oramos, e ministramos a troca de altar.

E chamamos a atenção para as “coincidências” (entre aspas) que ocorreram neste dia, pois apesar do 08 de setembro ser a data comemorativa e feriado, ele fica a 4 dias da real data de aniversário, que seria dia 12 de setembro, uma “sexta feira”, que foi lembrado pelo Denis, pois neste dia da semana que normalmente ocorria o evangelismo a noite, tanto feito pelo JOCUM, quanto feito pelas igrejas evangélicas, que hoje não mais se veem presentes como em outras datas.

Outra coisa é o fato de ser o aniversário de 120 anos, um número muito representativo nestes últimos dias de evangelismo, pois vemos em Genesis 6:3-4, no que diz respeito ao pecado da humanidade. Onde o mesmo ficou tão grande, e as pessoas estavam vivendo muito tempo em pecado, fazendo coisas terríveis, que DEUS teve que reduzir o número de anos que as pessoas poderiam viver, e esta foi a quantidade escolhida e limitada por DEUS120 anos. Também por causa da situação dos gigantes, dos Nefilins,  a praça SETE  traz muito entendimento sobre isto, toda aquela estrutura tem a ver com estes “homens de fama”, com estas situações de governo.

Entendemos então que 120 anos é o tempo de governo da vida humana,  o 12 (doze) tem tudo a ver com “governo”, e também com o “tempo do juízo”. Doze são as horas do dia, também doze são as horas da noite. E este 120 são (3 vezes 40) que é o tempo de provação, tempo de tratamento mostrado várias vezes na palavra de DEUS. Doze são as tribos de Israel, doze anciãos, doze foram os escolhidos por Jesus. Ou seja, é um número que tem tudo a ver com sérias questões espirituais.

E tanto sabíamos que deveríamos estar ali, data importantíssima que não mais se repetiria, que fomos provados até o último segundo para a realização deste trabalho, mas persistirmos pela fé. Antes da nossa apresentação, já finalizado a leitura da bíblia, teve uma chuva torrencial, uma verdadeira tempestade, onde aguardamos pacientemente com todos os instrumentos e equipamentos debaixo de uma tenda a oportunidade que tanto esperávamos.

E todo lugar inundou ao redor de nossa tenda, mas nenhum equipamento foi atingido. E quando o Senhor abriu os céus para montarmos os equipamentos para fazermos o louvor, vimos que aquele fato afugentou os incrédulos, e os que se chamam pelo nome do SENHOR que não tinham o entendimento correto do motivo de estarmos ali, simplesmente foram embora, ou nem compareceram, DEUS os tirou dali. Todos aqueles que não tiveram fé, simplesmente foram separados pelo SENHOR como já ocorrido em outras missões.

Pudemos então realizar o louvor e exaltar o SENHOR, e quando foi trazido a palavra da batalha espiritual, da troca do altar, quando chamamos e invocamos os anjos do SENHOR, para travar um embate com os demônios presentes daquele lugar, foi algo surpreendente, presenciamos algo como nunca antes visto em outros locais, pessoas sendo possuídas por demônios, brigando umas com as outras, uma verdadeira cena de batalha, e ao mesmo tempo inédito dentro as nossas missões. Mas também pudemos presenciar a vitória do grande EU SOU!!

 

E no dia da comemoração de aniversário de 120 anos de Belo Horizonte, após tantos marcos e pontos estudados e visitados, todos de alguma forma sempre ligados, várias missões realizadas para chegarmos até ali,  pudemos declarar que BELO HORIZONTE é a capital do SENHOR JESUS!

 

Galeria de Fotos

 

Fotos – Missão BH ( Praça Sete )